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iiiiiiiiiiiiiiiiiii

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Somos seres complexos, que viajam pelo universo em anos-luz, compreendendo em nossa essência, apenas milionésimos de centésimos de segundos. Por entres as florestas, as formas de viver e se adaptar, conseguimos nos soerguer para o topo da cadeia alimentar, dominando com punho de ferro o destino da vida. Para entender de onde vivemos, dividimos os conhecimentos em pequenos pacotes de informações, separamos irmão gêmeos, as ciências humanas e naturais, repartindo o que em e sempre foi parte de um todo. De uma hora para outra, o ser humano se separou da natureza, distingui-se de sua mãe, como um filho mal-criado, criou um útero artificial, suas cidades cinzas, de concreto aramado. Botou seus irmão em zoológicos e zombou do caos e do acaso. Como rei absolutista cego de poder declarou: “ O mundo sou eu!”. Cantando “feliz aniversário” a cada míseros 360 dias, apagou as velas, e caiu na escuridão de sua prepotência. Após dominar os seres ditos não racionais, passou a escravizar seus iguais, ...

poema parnasiano 2

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Reticências... O silêncio absoluto entre amantes, sensação de impotência, pesar humanamente impossível, intragável. As horas passam numa vagar tedioso, como por um milagre, ela queira falar com você. Bobo que é, responde de pronto. Sim, sim. Deixa comigo, irei tratar dos detalhes práticos; para então o ... O velar da lembrança, dos bons momentos, da vida plena com um significado vazio. No rio da sua vida, eu fui pedra. Ignorar, deixar de perceber, esperar. A vida segue sem essa comunicação, o ego se arrastado por entre as plataformas bege, meu paletó, minha assinatura. Dr. Relaxo uma vez dia, como um astronauta sem peso para carregar. Em meu caderno preto: Por poemas nunca escritos Com peles nunca antes vista Me namo... Estrelas distantes, me transportam para a Queda do homem. Pegam nossa humanidade e nos afundam no profundo. Quebrado, estou qbraeduo.
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since I met you left you i found the world so new so blue

insolação

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Um menino sem pai, sem mãe. Sua única defesa é odiar o mundo. Sem pátria, perdido como um pólen, com o rosto úmido do choro. Vai contra tudo e todos, inexoravelmente para frente. Reto sem perdão, o resto é... Plana livre, em Céu ensolarado, com o medo na palma da mão; gente, no meio de escuridão interna, que, por vezes, cega a realidade objetiva. Parte,sai do recinto, fecha a porta com raiva, escuta os demônios inseridos em sua maldade. Requintes do tempo de soldado, cheio de marcas. Sua vida pela pátria, e que ele não era, filho bastardo do Brasil. Atrás da linha vermelha da guerra, a paz reina nos corações dos animais. Me perdoa Deus pela maldades que fiz, sem sentir o peso da responsabilidade de tirar uma vida humana. Lufada pela Ação direta de persona, pessoa. Sai de casa, a rua bruta chama. Noites, bebidas, mulheres singelas, sem pressa fica até a madrugada raiar, pegando a raspa da noite, a vida glamorosa,, dos palcos, estrelas cadentes, por entre sorriso da noite, da lua, olhar...

hello

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Por um erro do caso, transmissão de pensamento, ele atravessou a rua para o lado errado. Sua garota está em casa só. Tudo depende do referencial, uns dizem que é direita, outros esquerda. Mas tudo anda sempre no sentido anti-horário. Os sorrisos se formando, dão o senso de paz, iluminação. Para fora de tudo isso que é televisionado, internetizado, triturado por mentes que vagam nesse mar sem fim. E tudo tão perto e longe. As correntes de sentimentos sendo metalizadas, para depois robotizarmos tudo. Adaptar tudo à sua conveniência mamífera, preguiçosa e arrogante. Como um gigante, gostaria de me por diante disso, sob pena de morte. Passaram os dias inúteis. Faça alguma coisa! E você, me aparece vermelha, na minha caída, todo quebrado. Estende a Mão, mesmo que todos falem que não vale a pena. Não há nada que você pode fazer por...mim. Em meu ciclo, não vi nada mais que seus pedaços. Carvão na praia, onde a paisagem não é bela. Estamos livre em nosso olhos todas as ...

monet

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Distant stars Come in black or red I've seen their worlds Inside my head They connect With the fall of man They breathe you in And dive as deep as they can There's nothing you can do for them They are the force between When the sunlight is arising There's nothing you can say to him He is an outer heart And the space has been broken Broken Our love Broken Is it far away in the Glitter Freeze Or in our eyes Every time they leave It's by the light Of the plasma springs We keep switched on All through the night while we sleep There's nothing you can do for them They are the force between When the sunlight is arising There's nothing you can say to her I am without a heart And the space has been broken Broken Our love Broken
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quadros

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Quadros de areia. Havia uma camareira chamada Carmem, que possuía uma bondade infinita, mesmo com as agruras que a vida de pobre a havia submetia. Tinha um olhar condescendente; pronto para a ouvir e dar conselho cristão a todos que por acaso a procurasse. Ela tinha não mais que um metro e meio, cabelos curtos e ondulados acobreados, por alguma tinta barata. Gostava muito de Pingüim, tendo Fausto em alta conta, e o via com um filho; na verdade, via todos como filhos e só queria o bem deles. Ela fora muito bonita, em algum lugar perdido no meio da Natal. Era filha de um servente, seu Paulino, um homem severo, porém correto, que lhe deu uma perfeita educação cristã. Fez seus estudos até a 8º série e teve que parar para ajudar sua mãe na confecção de garrafinhas de areia; que ilustravam temas praianos, como canoas, com pescadores e coqueiros, bem típico nessas cidades em que o mar é o seu fascínio e fonte de renda. Quando estava na praia do Careca vendendo seus artesanatos, um homem, cha...

Fausto

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Sinto vontade de voar por acima desses prédios baixos. Contemplar por entre as nuvens, esse avião modernista, cidade de concreto e ruas oleosas. Vou pular desse aeroplano, cair solto em direção à terra, caindo a dez metros por segundo. Já começo a sentir saudades gloriosas. Por tanto tempo, fui não mais que um observador, alheio às vontades alheias. Andando, cegamente, com meu ego por aí. Em uma esquina, rara como um cometa, encontrei meu desejo. Coberta de mel puro, eu me ajoelhei diante de ti, servo seu, que obedecia todas as ordem. Morria por horas, botava as flores. Eu estou voando, agora, de olhos fechado, chorando. Eu cuspi na minha cara no espelho, tirando todo o orgulho do coração velho e cansado. E, se eu pular, vou ver os olhos da águia; se você mira para as estrelas que irá me acertar, pois eu sou puro, como o mel que cobre seu corpo, açucarando a essência sagrada da tua verdade, que por hora mentirosa, supre o meu pesar. Pai, eu fiz e faria de novo. Ao contrário, minha v...
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sem limimimites

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Ao poucos vou descobrindo que estou triste; respiração por respiração, o pesar no meu peito se faz perceber cada vez mais. Antes, podia fazer o que quisesse com um olhar ingênuo, despreocupado; hoje, vejo o mundo soturno, onde vilões nas esquinas estão a me vigiar. A chuva não doía, agora ela representa as lágrimas que não posso ter, e fico acompanhado as lágrimas percorrerem a janela aleatoriamente. Eu deveria ter olhado no fundo dos teus olhos e ver que você mentia, aceitá-la de tal forma. Mas fui bruto, não é? Quis te amar por demais, e isso, hoje em dia, não é de bom tom. Um dia ao caminhar, ouvi as árvores dizendo seu nome; o vento ia forte contra minha direção, como se quisesse que eu voltasse atrás, percorrer novamente o caminho; sem falhas agora. Então, me detive por alguns instantes, tentei dar meia volta para voltar para ti, mas você não deixou. A parte tua que carrego em mim me impediu, fez isso com a voz triste, porém decidida. “Não, não dessa forma”. O céu nublado, cinza e...

as mulheres eram mais Mulheres

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http://erooups.com/2009/12/24/a_little_bit_of_retro_erotica_36_pics.html

epifania ególatra

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O som é envoltório gasoso que suplanta a racionalidade e dá lugar ao sublime. Os olhos vedados, como em um reza, passa a paz e júbilo pleno. Não vou mais acreditar em homens e seus papeis. Eu preciso disso. E quando eu, finalmente, te encontrar? A minha metade, ali, frente a mim, Linda como um anjo. O meu futuro parece promissor, por traz desse céu aberto, eu estou dançando. Bailando com o infinito prateado pelo resto de minha vida. E eu, digo, eu. Eu digo, digo, você é meu amor. Flutuando com o ar, ao condão do vento, vou em frente. Grito: Calma. Com os pulmões cheios de ódio. A contemplação da vida, natimorta. O reflexo da água, por entre os rios. As plumas morrendo em ti. Volta, volta, volta. O relógio tic tac, e meu… Relaxe na poltrona. Acomodo-se e lei isso. Prenda seu cabelo, gosto deles assim. E isso, sou eu olhando para você, encantado. Eu vou falar com a lua, e olhar nos olhos de todos, eu prometo. Longe da nossa vã compreensão, os astros brincam de amor eterno, rolando alhei...

Carmem Luiza old tales

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z 168 Eram pontualmente quinze para as duas da tarde, quando adentrou em seu apartamento e viu à sua frente a mesa do almoço; nela sentada sua esposa - de longa data, iria fazer 20 anos de casado em 6 meses -, impaciente, entediada. A comida era a mesma; mas, que parecia um tanto sem sal, havia uma semana que a empregada havia se demitido e era agora sua esposa, Dona Zuleica que havia tomado a cozinha. Durante o almoço, não houve nenhuma conversa, apenas o tilintar dos talheres. Falou timidamente que havia um rapaz no escritório que lhe fazia pena e que por não terem filhos, o pedido do rapaz ativou seu instinto paterno e ele havia aceitado ser o padrinho de casamento com uma mulher, que também trabalhava no Advogados e Associados, Carmem , a moça do Departamento pessoal. Silvinho o nome do rapaz, magro que só, com um belo bigode ralo e olhos saltado, com a roupa frouxa no corpo, eram um coitado, todos viram. Então passou a tratá-los como filhos, e de aprontar t...

Stillness is the Move - Dirty Projectors

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http://www.youtube.com/watch?v=YMPF6lpM0XM when the child was just a child it did not know what it was like a child it had no habits no opinion about anything maybe i will get a job get a job as a waitress maybe waiting tables in a diner in some remote city down the highway after all that we've been through i know we'll make it after the wait the question is a truth there is nothing we can't do i'll see you along the way baby the stillness is the move on top of every mountain there was a great longing for another even higher mountain in each city longing for a bigger city after all that we've been through i know that i will always love you from now until forever baby i can't imagine anything better (chorus) isn't life under the sun just a crazy dream? isn't life just a mirage of the world before the world? why am i here and not over there? where did time begin where does space end where do you and i begin? (chorus x2)
Eu gostaria; flores em buquê. Eu nadaria um mar só para te ver. Saudade extrema, sua falta circundando o dia, a noite. Alisando a arma nova, o instinto fascinante daquele objeto preto com pixe, mal como o diabo. Saudade das mulheres que nunca tive. Que hesitei no momento perfeito, interrompi o natural. Dos infinitos olhares trocados, em várias línguas. Vendo peles nunca antes vistas. Em um quarto aveludado, mas cheio de outros seres, em uma nuvem, secreta e alva. A sua face virando idéia, e após alguns anos, conceito; e depois, a infalível pausa vazia, o amor dos viciados. O contentamento abstrato como a elevação de almas. Que circundam o ambiente com risadas conversas de outros mundos. O óbvio sublime sendo repetido nas batidas do seu coração. A cor verde predominante nos cantos, cantando com sereias oceânicas. O amar é tão simples como o ar, invisível e aleatório, como uma pluma. Esquecida entre o armário ou da cama, e ela, a pluma, é empurrada com um tufão de ar, uma cruviana fria ...

epifania

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Na manhã vindoura, é dourado o sol que ilumina a grama verde. O pés descalços sentem a terra em sua forma mais pura, úmida e fofa. O barulho dos pássaros compõe o que é belo, natural. Não pode olhar em volta, em um giro completo, pois, a grande cidade se encontra longe no oeste. Mas não quer olhar, sequer cogitar a sua volta, seu esperado retorno. Os pais esperam por sua vinda, bolo já feito, agora esperando a temperatura baixa; cobertura de chocolate na panela. A mãe, ereta, passa, de minuto em minuto, a mão por sobre as coxa, analisando, procurando por defeito, falhas. Se espera muito desse jovem, que com os cabelos enegrecidos, tende para a liberdade e o jovial. O carro vermelho o espera, sem tempo para nada, e com um medo indizível do tráfego. O ar é cinza como tudo, as retas revelam um modernismo planejado, uma revolução feita nos manuais. E no meio de tudo isso, um jovem no ápice de sua vida; agora, preste a jogá-la fora por um ordenado e uma sala com vista para o beco. Na manh...