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O sinal partido no meio da tarde. As flores revelando o esplendor de cores vívidas. E o tempo que insiste em badalar os relógios. O oxigênio enferrujando seu corpo. Os olhos cansado dos ignorados pela mídia, se amontoados em ônibus, indo e vindo para trabalhos de merda, como um escravo pagando por sua celas. Sonhei com todos vocês; nos mínimos detalhes foi me descrito sua dor. Os papeis tornam mais que pessoa. O preciosismo formal do Direito é um instrumento ardil para deturpação da justiça. E Marx estava certo! Os poderes reais encontrado os desejos de uma minoria. Está criada a oligarquia. E nós, no meio de tudo isso, o que devemos fazer? Um amontado de papeis dizendo quem és, seu patrimônio, sua origem familiar. Um gado que carrega de bom grado a marca da fazenda no pescoço. Todo tempo que restou, foi por você, meu amor. O céu se torna púrpuro E o veludo, alado, sem medo de permanecer calado Doente sem saber Crente em Deus Sem Deus Casos passam...
kinder
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A juventude transborda para fora dos limites do estabelecimento. O vento tem um cheiro de suor e sangue. O café é forte e desce amargo. O barulho da rua te chama para te devorar. As faces são um mosaico da esquizofrenia, o mundo partilhado e codificado. Sente-se apenas seguindo um velho curral de madeira, passando com a boiada por mais um giro na engrenagem. Com a gravata como gargalheira, conversamos, amamos, damos cria, rimos e por fim morremos. Então, a juventude tem que transbordar os grilhões e seguir para o espaço cibernético sideral, longe da terra, longe do chão. As florestas como cigarros fumados até o toco, o cheiro nefasto da bituca jogada; poluída, nociva. O vômito da humanidade obesa sendo despejado nesse rio límpido, onde antes, habitavam botos e sereias. Com a incrível capacidade intelectual, racionaliza tudo, transforma vidas em pedaço de papel, palavras descritivas para descrever fenômenos indescritíveis; vã filosofia, vã metalinguagem. As p...
brigas
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veja só Que tolice nós dois Brigarmos tanto assim Se depois Vamos nós a sorrir Trocar de bem no fim Para que maltratarmos o amor O amor não se maltrata não Para que se essa gente o que quer É ver nossa separação Brigo eu Você briga também Por coisas tão banais E o amor Em momentos assim Morre um pouquinho mais E ao morrer então é que se vê Que quem morreu fui eu e foi você Pois sem amor Estamos sós Morremos nós
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Try A Little Tenderness Otis Redding oh she may be weary them young girls they do get wearied wearing that same old miniskirt dress but when she gets weary you try a little tenderness oh man that un hunh i know shes waiting just anticipating the thing that youl never never possess no no no but while she there waiting try just a little bit of tenderness thats all you got to do now it might be a little bit sentimental no but she has her greavs and care but the soft words they are spoke so gentle yeah yeah yeah and it makes it easier to bear oh she wont regret it no no them young girls they dont forget it love is their whole happiness yeah yeha yeah but its all so easy all you got to do is try try a little tenderness yeah damn that hart (hard?) all you got to do is know how to love her you've got to hold her squeeze her never leave her now get to her got got got to try a little tenderness yeah yeah lord have mercy now all you got to do is take my advice you've got to hold her don...
Nice, France, 2012
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O lilás profundo do céu, resplende nas flores, bolsas e sapatos; quem sabe até nos chinelos. Os olhos profundamente vidrados, acompanham o sorriso infinito, plastificado em sua face. Os cérebros nadam no vazio intempestivo da batida. Sobe a poeira, o solo da dança é solo sagrado. Rompe o dia, é alvorada! Cintilam os poros, a leveza do toque na pele, misto de frio e quente, plutôt chaud. A brisa recorta o cerrado de árvores contorcidas, limpas e áridas. O que passa na cabeça dessas pessoas? E eu imagino se você já sabe o que significa? Realizar, eu esperei por isso toda minha vida, o tempo passa incorpóreo, fazendo presente em sonhos prolíficos. Você diz que eu acho que nunca estou errado, sempre vigilantes, certo, reto, assim, sem perdão. Com o orgulho na mão. Ele entra nos meus nervos, codificam os passos dessa dança do acasalamento Os macacos atrás dos alfas, beta e ômegas. Sem intuição. Quero ir da casa direto para a cama. Restos do papel que era azedo. Quando encontramos...
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He drew up a seat—it was a reclining-chair with plush upholstery—for Frau Chauchat, in the corner he had indicated, and took for himself a creaking, crackling basket-chair with curling arms, in which he sat down, bent forward toward her, his own arms on the arms of the chair, her pencil in his hand and his feet drawn back under his seat. She lay buried in the plushy slope, her knees brought high; notwithstanding which, she crossed one leg over the other, and swung her foot in the air, in its black patent-leather shoe and black silk stocking spanned over the anklebone. There was a coming and going in the room, some of the guests standing up to dance, while others took their places to rest. “You’ve a new frock on,” he said, as an excuse for looking at her; and heard her answer. “New? So you are acquainted with my wardrobe?” “Am I right?” “Yes—I had it made here lately; the tailor down in the village, Lukaçek, did it. He does work for several of the ladies up here. Do you like it?” “Ve...